sexta-feira, julho 31, 2009

Bom fim-de-semana







































Sendhil Ramamurthy

Em versão post-it

. Tenho um talento natural para descobrir quem é o culpado nos episódios do CSI.
. Quero tanto ver os NIN logo em Paredes de Coura.
. “’Tou a ficar com uma lanzeiraaaaaa” tem sido das frases mais proferidas por moi-même na última semana.
. Ver o último filme do Harry Potter é semelhante a cortar as unhas dos pés com um alicate em brasa.
. Aprendi esta semana que “nada tende a melhorar, mas quando acontece muitas vezes, deixa de doer”.
. Acabei de espirrar. Pela quarta vez hoje.
. É que quero mesmo ir ao concerto dos NIN, pá.
. Homens de 50 anos com aparelho nos dentes são, no mínimo, ridículos.
. Agora comecei a tossir. ‘Tá bonito, tá.
. Gosto da frase “Be cool, stay in school” traduzida para português da seguinte forma: “Sê pachola, fica na escola”.
. Detesto homens que não têm tomates. Figurativamente. Embora literalmente também seja um bocado esquisito.
. Ora e toma lá mais um espirro.
. A senhora da farmácia aqui da rua tem pêlo na venta. Literalmente.
. A internet só nos aproxima quando não se consegue ver o belo de perto.
. Trent Reznor, és grande!

quarta-feira, julho 29, 2009

Com dedicatória e tudo!

Para todos os seres que acham que a felicidade dos outros reflecte a vidinha miserável que têm, e que, num mundinho só deles, até acham que conseguem perturbar os sorrisos deste lado, dedico-vos uma musiquinha bem gostosa, bem fofinha, para vos animar o dia! Quem é amiga, quem é?!
Vá, saúde e sorte, e que, da próxima vez que comerem um pastel de nata, o creme se transforme em soda cáustica e que vos corroa os intestinos, transformando os vossos interiores na pasta diarreica que habita igualmente os vossos cérebros.
Enjoy the tune!!!



Lily Allen, "Fuck You"

terça-feira, julho 28, 2009

Por aqui ouve-se isto



The Last Shadow Puppets, "The Age of the Understatement"


E é assim. Quando menos esperamos, lá vem ela. Começa por um tremor de pernas, por uma sensação de desconforto, uma dorzinha que incomoda as paredes do estômago, até que chega às mãos, que se curvam entre os dedos. Tudo para anunciar a sua chegada. Sim, que esta menina gosta muito de se exibir. Gosta de mostrar que é forte e que consegue perturbar a boa-disposição inata em mim. Ela, a desilusão. Depósitos de esperanças vãs, que nem sequer se procuraram, são defraudados às claras, sem que ninguém dê por isso. Nem tu, nem eu, nem mesmo o ser mais racional. Porque a desilusão vem do que não existe. Porque a desilusão existe do que nunca houve.


A partir deste ponto tudo muda. Generalidades em mim.


Em movimentos supersónicos desligo-me de realidades criadas paralelamente, para não magoar. E vamos bebendo cafés enquanto o sono não chega. Uma contradição que tradicionalmente prova o contrário. Dorme-se quando não se quer sonhar. Aqui é assim. Nos sonhos vêm imagens adversas, palavras nunca ditas. Nunca chegam os tais tremores de pernas nem as dorzinhas nas paredes do estômago, não. Essas só chegam depois. Bem acordados são os sentidos que só não se sentem a dormir.


Da desilusão sonha-se não sentir mais.

domingo, julho 26, 2009

Uns dizem que é Deus, outros que é o Universo, eu prefiro-lhe chamar "cada um tem o que merece" e, no meu caso, é só coisinhas boas. Dúvidas?
Pois bem, ontem, o eléctrico avariou mesmo juntinho à Assembleia da República (as coisas tendem a avariar por lá...), ou seja, tive de ir a pé de S. Bento ao Chiado, com 32 graus, fantástico! Chegada ao destino só pensava em água, pois claro. A primeira máquina de bebidas que vi....avariada! A segunda, não dava troco. Já na plataforma do metro tentei a minha sorte na última máquina. Carreguei no número 43 para saber o valor da dita cuja e....tcharan! Sai a água sem que eu colocasse as moedas primeiro. Após retirar a garrafa ainda oiço dois pedaços de metal a tilintar dentro da máquina...duas moedas de 50 cêntimos.
Mereço ou não mereço?

segunda-feira, julho 13, 2009

sábado, julho 11, 2009

I will see you later

domingo, julho 05, 2009

Vivi naquela redacção um ano e dois meses, mais coisa menos coisa. E foi viver, mesmo. Horas e horas e dias e semanas sem parar. Tudo porque sim, porque se acreditava, porque o mísero cheque ao fim do mês não nos fazia desistir. Houve quem acreditasse mais do que eu. E que esteve lá mais horas, mais dias, mais semanas. E essas pessoas foram postas de lado numa sexta-feira qualquer das nossas vidas. Números que ditaram 19 fora. E agora? Agora são novamente números, desta feita para as estatísticas do governo, do IEFP, do raio que os parta a todos. Dispensam quem sua, quem luta, quem batalha diariamente, quem sabe o que faz, como faz, por que faz... quem não um plano B.

Mas os berloques ficam. E os demagogos acinzentados. E os que não dizem 'bom dia' nos corredores também. Esses ficam sempre...esses garantem sempre um plano B.

Para os que me abraçaram no meu último dia, os meus braços estão aqui!