quarta-feira, maio 27, 2009

Repeat

















(A Vida É Bela)

Mesmo quando não é, temos de a ver assim.

domingo, maio 24, 2009

Estar dentro não precisa de ser perto. Basta ser mais, basta ser um pouco mais. O suficiente para que a lembrança não vá, nem fique vã. Que fique por aqui, que por ali não vamos. Por ora, não se pode ir. Damos passos pequenos, embalados vamos, e cantamos à mesma voz. São canções que nos moldam as figuras e os risos e os abraços que sempre surgem, sempre. E aquelas saudades que aparecem, mesmo quando não queremos? Alimentam o vazio que é saber que o tempo passou e de nada fizemos a não ser acenar.

Folhas de calendário soltas, libertas por uma mão inquieta e uma mente indisposta. Requerer atenção pode quebrar laços antigos. De forte, hoje não tenho nada. Inquieta-me a possibilidade, o que pode ser, aquilo que virá, o ponto de interrogação que não me larga! Mas sei que sou feita de pequenos tudos, que me valem por tudo aquilo que rejeito em mim.

Cinco dias são mil pedaços gastos. São antíteses da esperança, do belo. São dois que me fazem respirar. São vozes que me pedem para ir.

Há canções que não deviam ter versões



domingo, maio 17, 2009

Enjoy your week, bloodsuckers!






























Robert Pattison

terça-feira, maio 05, 2009

Baú alternativo

Hoje, durante o jantar, fui assaltada por uma dúvida inquietante. De onde viemos? Não. Para onde vamos? Também não. Somente, onde pára o duo nacional constituído pelo pai Nelo Silva e pela filha Cristiana? Lembrei-me com grande saudade deste tema "Como estás, amor? em que ela pergunta, num diálogo extremamente bem elaborado no início da cantiga, "O que é que você quer?" e ele responde simplesmente "Você!"

Ora vamos lá recordar:

segunda-feira, maio 04, 2009

Indo eu, indo eu, a caminho da Damaia...

Por razões que só o coração conhece, de vez em quando rumo à Damaia. E, muito de vez em quando, apanho o comboio para lá chegar. A viagem é rápida, o clima é temperado e, com sorte, até nem somos assaltados. Ora, hoje foi um desses raros dias em que me desloquei numa carruagem suburbana da CP até à mais bonita freguesia do concelho da Amadora. Poucos minutos depois de entrar, sair. BOM. O comboio vir praticamente vazio e o ar condicionado até estar bem fresquinho. MUITO BOM. Não ser assaltada. EXCELENTE. Sair do comboio e ver uma senhora tropical de 40 e muitos anos, de calças arreadas, a urinar em plena estação. MAU. MUITO MAU.