quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Eu sou livre. Eu descobri o 'foda-se'

Choquem-se os mais pudicos. Alertem as entidades reguladoras dos bons dizeres. Chamem a minha mãe. Encontrei a forma mais libertadora de sempre. Qual ioga, quais massagens, quais escapadinhas de fim-de-semana? Contra todos os males, desventuras e mantendo o saldo bancário positivo, ele está sempre ao meu lado. Ele, o ‘foda-se’. É brilhante. Coloco o lábio inferior bem junto aos dentes, que, por sua vez, libertam um ar em forma de “F” contínuo (isto poderia ser muito mais elaborado, recorrendo às correctas nomenclaturas da fonética da língua portuguesa…mas agora não me apetece!) e acrescento-lhe um “oda-se” do melhor que há. E pronto. Não há gente estúpida que lhe resista, nem grandes stresses, nem palmadinhas nas costas, nem nada.
E só porque all’s well when it ends well
FODA-SE.