sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Fim-de-semana

Gael Garcia Bernal
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quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Mais um concerto, mais uns euros no mealheiro

Beirut, 24 de Julho, Festival de Música do Mundo, Sines.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

O charme que uma farda tem



Porque ontem a conversa deu para aqui...

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Planeta Juno

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Bem-vindos ao maravilhoso mundo das famílias disfuncionais, pleonasmos à parte. Bem-vindos então ao universo de Juno, uma adolescente norte-americana que tenta esquecer o marasmo da sua vida tendo relações sexuais com o colega de turma, Paul Bleeker, vulgo "nerd". Mas esse episódio em cima de um sofá, ou de um "mapple", que é bem mais kitsch, vai resultar numa gravidez inesperada e totalmente indesejada por Juno. Mas há uma outra família, também ela disfuncional (mas haverá outro tipo?), que deseja este bebé. Juno decide então entregar o seu filho para adopção. E a história é esta. Simples e deliciosamente divertida, com muito calão à mistura e personagens-cromo do mais americano que há. Pena é que a tradução não tenha respeitado algumas das piadas que só um ouvido treinado em inglês percebe e desata à gargalhada. Mas a originalidade do argumento premiada esta semana com um Óscar está lá e merece a ida ao cinema, ó lá se merece!

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Fim-de-semana

Rodrigo Santoro
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O Dexter gosta de sangue

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Dexter Morgan é um analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue na polícia de Miami. Dexter Morgan é um assassino em série. Confusos? Basta verem um episódio de "Dexter", série transmitida pela RTP2 às quartas-feiras, pelas 22h30, para perceberem que não é tão confuso assim. E é engraçado, muito, ver a subtileza de uma inteligência que comete um crime e tenta resolver outro. Mas atenção! Dexter só mata os "bad guys". O analista forense aplica os seus conhecimentos científicos durante a sua "caçada" pelos criminosos que saem da prisão, canalizando os seus impulsos homicidas nesta busca pelos mauzões. Para evitar que estes voltem a matar, Dexter Morgan cumpre o seu dever cívico, que é como quem diz, mata aqueles que já mataram um dia. E a fotografia da série é bem jeitosa e a banda sonora também. Vai um assassiniozinho?

Boas recordações



"Bang, Bang", Nancy Sinatra

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

TomTom para quê?

Hoje um taxista parou para me pedir indicações.

Well done, lads!!!



"Fluorescent Adolescent", Arctic Monkeys. Os putos de Sheffield venceram ontem dois Brit Awards para Melhor Álbum, com "Favourite Worst Nightmare", e para Melhor Banda. E eu não podia concordar mais!

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

No Irão também se ouve Iron Maiden

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"Persepólis(*)". Um filme de animação baseado na banda desenhada de Marjane Satrapi, a autora iraniana que passou para os quadradinhos a sua (r)evolução pessoal. O pano de fundo é a Revolução Islâmica e as consequentes mudanças políticas no Irão, nas décadas de 80 e 90. Mas, politiquices à parte, este filme cativa pela semelhança e proximidade que sentimos por uma menina que calça uns ténis Adidas, gosta de ver filmes do Bruce Lee e adora música metal. Essa menina vai crescendo. Marjane tem sonhos, desgostos, diz o que pensa e até já faz a depilação. Tira o lenço da cabeça sempre que pode e até estuda no estrangeiro durante a guerra com o Iraque. Marjane tem uma família que pensa na liberdade como motor de um país em que só se pode dançar às escondidas. Marjane tem uma avó que lhe exige integridade, sempre e em qualquer lugar. Não seremos todos Iranianos? Não queremos todos ouvir o som que mais gostamos, correr na rua sempre que estamos apressados, beber um copo com os amigos, discutir ideias políticas, dar as mãos a quem amamos à frente de quem quer que seja? Não seremos todos Iranianos?


* O filme está nomeado para os Óscares deste ano na categoria de Melhor Filme de Animação. Venceu o prémio do júri no Festival de Cannes e o Globo de Ouro para Melhor Filme de Língua Estrangeira, entre outros galardões.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Post this!

public declaration



"Feeling Good", Muse

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Still, I stay still

É com o vómito a atravessar-me a garganta que admito.
Ainda sinto a tua falta.
É com a marca da almofada vincada nas pálpebras que arranco isto da boca.
Ainda sonho contigo.
Aquelas músicas enchem-me os ouvidos de passados. Depressa esqueço o ritmo e entrego-me a outro, bem mais rápido, bem mais fácil de dançar do que o teu. Mas a melodia que eu quero é outra. Quero abraçar o esquecimento e bambolear-me ao som de uma gargalhada conjunta. Agora perco o sorriso antes de soltar a piada anteriormente vivida a dois. E nem a digo. E nem a quero deixar viver. Tal como este amor. É com um machado na mão que te arranco do peito, minha dor. Golpes fundos não doem tanto. Sangue espesso a escorrer não impressiona mais.
Entretanto, vivo de imagens e repetições.
É o tempo que ajuda a esquecer, mas o cabrão não passa. São os meus braços a pedirem a presença dos teus, mas tu, cabrão, não te aproximas.
Que melodia esta, que não me deixa dançar. Que raio de peso este, que me pôs um véu nos dentes. Que raio de amor este, que se colou a mim e não sai. Que raio de saudade esta, que me pede um pouco mais de ti.
É com a azia a dilacerar-me o estômago que aceito.
Ainda te amo.

Today's Perfect Soundtrack



"Nantes", Beirut

Cena

"O autocarro não consegue passar pelo túnel", informa o motorista do 767 aos seus passageiros.
Abre as portas do veículo, levanta o braço e exclama: "Vamos ter que ficar por aqui. Tenham cuidado...e boa sorte!"

Ri-me com o excesso de dramatismo. Sete segundos depois, os meus pés mergulharam dentro dos ténis...

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Fim-de-semana

Penn Badgley
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D.A.N.C.E.

Vozes altas de uma mediocridade que chega a anular-me. É. São pedaços de mim espalhados por uma quase esperança de mudar e para sempre. Mas isso não chega. A voz daqueles papagaios de rotinas alimentam-se dos meus amarelos sorrisos porque tem mesmo de ser assim. Parece de plástico, mas a minha sede aguenta-se bem dentro de um vidro. Mais protegida, menos dada a céleres encontros, junto-me a imagens de cores vivas para continuar. E resulta. E sinto uma quase felicidade a encher-me o peito. Vou dançar. Os pés mortiços de outrora levantam-me os braços, soltam-me os cabelos e a alma e até me ajudam a baloiçar as ancas junto a outras. Vou cantar enquanto danço, vou sorrir e deixar ser sorrida. É. Eu deixo. E o raio do papagaio que não se cala. Olha, vou simular uma abertura de boca adornada com dentes fingidos. Pode ser que ele não me perturbe os olhos mais hoje. Sim, isso, abraça o silêncio. Eu vou dançar hoje. E vou rodopiar em mim, sobre ti e quem mais vier. Mas tu ficas aí. De mão dada à boca fechada e abraçado a ti mesmo. Eu vou dançar hoje. E rodar a roda de uma saia que nem levarei vestida. Só em mim se soltarão folhos de uma roupa imaginária. Porque tu ficarás parado num quarto abafado e eu vou dançar hoje.

Tempo de Versão (4)



Cat Power, "New York, New York", original de Frank Sinatra

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

O MEC tem sempre razão

Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.·
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal.
Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.

Miguel Esteves Cardoso

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Eu vou ver o homem do bigode



"Dig, Lazarus, Dig", o primeiro single do novo álbum de Nick Cave.
Confirmados estão os concertos do eterno poeta nos dias 21 de Abril, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e 22 no Coliseu do Porto. No primeiro dia, lá estarei!

Pero Vaz de Caminha, volta que estás perdoado!

Tudo bem que o senhor está há cinco anos à frente da Selecção Nacional, até diz pimbolim em vez de matrecos, o que tem uma certa piada, e faz anúncios aos relógios da equipa tuga como ninguém. Mas por que é que a SIC transmitiu ontem uma reportagem intitulada "Geração Scolari" quando, correct me if I'm wrong, estes jogadores já o eram antes de aparecer o Luiz Felipe e nem por isso conseguiram ganhar um troféu. Certo? Este saudosismo típico de Teixeira Pascoaes tem de acabar, digo eu. Primeiro, foram mais de 500 anos a ouvir falar nos Descobrimentos. Agora, desde 2004 que não se fala de outra coisa se não do Euro. E os gritinhos da Nelly Furtado sempre como banda sonora, claro está.
Tudo bem que o Daniel Oliveira e o Nuno Santos voltaram para o canal 3.
Mas, por tudo isto e mais alguma coisa, não havia necessidade...

Hoje acordei assim

"Litte Miss Sunshine"
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terça-feira, fevereiro 12, 2008

A acção de um sonho

Tenho que escolher o que detesto – ou o sonho, que a minha inteligência odeia, ou a acção, que a minha sensibilidade repugna; ou a acção, para que não nasci, ou o sonho, para que ninguém nasceu.

Resulta que, como detesto ambos, não escolho nenhum; mas, como hei-de, em certa ocasião, ou sonhar ou agir, misturo uma coisa com outra.

Bernardo Soares

À descoberta do som

Para todos os insatisfeitos musicalmente e que procuram sempre mais e mais, cliquem aqui. Recomendo especialmente a selecção de World Music. Bons sons!

Amy Crackhouse

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

A gargalhada de ontem

E quando eu pensava que o jornalismo em Portugal não podia piorar... eis que a Joana Latino, da SIC, supera sempre as minhas expectativas! Alguém que dissesse à senhora para não levantar os pezinhos durante o pseudo "moonwalk" no final da reportagem!!!

http://videos.sapo.pt/sNKD8AVM7yjWeygbn1Me

3 Curtas sobre 3 Longas


"The Darjeeling Limited"
O nada, o absurdo, o íntimo. Uma viagem à procura destes três ou talvez não. É Wes Anderson, com certeza. O realizador de "A Lula e a Baleia" ou "The Royal Tenenbaums" volta a falar de família, das diferenças entre seres que partilham sangue e pouco mais do que isso. Desta feita, são três irmãos que partem numa alegada viagem espiritual rumo à Índia. Entretanto, acontece um pouco de tudo a estes três ou, lá está, se calhar não lhes acontece nada. Mas isso é bom, como este filme.


"O Lado Selvagem"
Ele queria largar a mediocridade em que vivia e partiu. Christopher McCandless, a.k.a. Alexander Supertramp, licencia-se, doa todas as suas poupanças e decide entregar-se à estrada, rumo ao Alasca. Realizado por Sean Penn, este filme, que é mais um roteiro espiritual, assume a grandiosidade interior das imagens exteriores que nos arrebatam durante quase três horas. Baseado numa experiência real, "Into the Wild" consegue amargurar, comover, incomodar. O jovem actor Emile Hirsch ajuda, e muito, a tornar tão sentida uma verdadeira opção de vida. Mas a música do Eddie Vedder, claro está, ajuda ainda mais.


"Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street"
É oficial, não gosto de musicais.
O Johnny Depp não canta assim tão bem.
O Tim Burton conseguiu desiludir-me pela primeira vez.
Mas o exagero de sangue é bom, muito bom.

Imagens DR

O Rei com pé de gesso



Porque sempre foi o meu tema favorito do "Thriller", o álbum que comemora agora 25 anos.
"Billie Jean", Michael Jackson.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Fim-de-semana

Wentworth Miller
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Uma conversa em poema

Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar

Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer

Que é uma pena
Mas você não vale a pena

"Não Vale A Pena"

Maria Rita

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

O antes de uma história

Todos caímos lá um dia.
Dizer que não se espera sabe a mentira, dizer que não se quer mais soa a azedo. Talvez por isso admita sempre que desejo, espero, anseio. Sem tranquilidade ou calma ou mãos nos bolsos. Vou por ali, dou a cara, assumo, afirmo e exijo respostas. Nem sequer ponho máscaras entretanto.
Não preciso.
Na espera somos todos iguais. Mais ou menos frágeis, mais ou menos incapazes de lidar com o vazio de palavras do outro lado. Não importa quem é.
Só a ideia de não existir a outra margem magoa. Só a ausência de uma matéria perturba. Mesmo assim, insisto. É por isso que existem os pressentimentos, não é verdade?

Pré-sinto-te.

Estás aí?

Tempo de Versão (3)



Chris Cornell, "Redemption Song", original de Bob Marley. Especialmente hoje, o dia do homem das rastas, que espalhou esperança, optimismo e alegria nos seus temas.

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Agora

É pedir um pouco mais. Uma espera quase idílica de um momento que antecede a realidade que ainda se desconhece. De todas as vezes, nasce a esperança. Não. Nasce a vontade, o desejo de viver mais e mais. E um pouco mais ainda. A troca de sentidos existe. Pondera-se o significado de todas as letras, mas isso agora não preenche, deixa-te disso.
Agora é uma ideia maior.
Agora é tudo.
Agora é borbulhar o estômago contigo, pode ser?
Agora é pegar em páginas e virá-las ao acaso, como será caminhar em tua direcção.
Ocasionalmente penso. Por agora, espero.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Fim-de-semana

Clive Owen
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Uma questão de estética

Este blogue mudou de imagem.
Porque sim.