sexta-feira, novembro 24, 2006

Last afternoon a taxi driver saved my life (entoar como na cançãozita disco da moda, s.f.f.)

Pois que sim! Nunca pensei proferir tais palavras, mas, de facto, aconteceu: um taxista salvou o meu dia. Curiosamente, dois dias após ter apanhado um susto de morte (literalmente!) no túnel da Av. EUA com um desses seres malignos que usam uns veículos de cor creme como arma de transporte, eis senão quando encontro ontem um exemplar raríssimo!
O tipo, para além de conduzir bem, era um filósofo dos tempos modernos, que me fez sorrir num dia, convinhamos, de merda. Estranho foi que até um estranho tenha notado a minha tristeza. Numa breve conversa sobre as banalidades da vida que temos, tivemos ainda tempo para comentar "Le Fleurs du Mal", de Baudelaire, e dizer umas piadolas sobre o Santana Lopes.
Relembrou-me da minha inerente boa-disposição e, assim, o resto do dia já não foi, vá lá, totalmente merdoso.