sexta-feira, outubro 20, 2006

Das entranhas

A cara dos derrotados que apenas lamentam a má sorte pessoal e que invejam o sucesso dos outros. Assim é como te vejo.
Fraca, incompetente, mentirosa e, acima de tudo, infeliz. Acredito até que as três primeiras más qualidades sejam motivadas pelo negro que é a tua triste vida.
A infelicidade é o teu catalisador.
Mesquinha, picuinhas, dissimulada.
Parece que a tua debilidade física chegou-te ao cérebro e que, por isso, quando te pedem para pensar, tu páras. Não consegues fazer melhor porque não sabes.
A ignorância é o teu principal motor de busca.
Desculpas as tuas próprias falhas inventando crateras no percurso dos outros, porque assim é mais fácil, porque assim és facilmente perdoada por aqueles que mais não sabem também. Estás rodeada por um mundo fechado que promove a mediocridade e que condena a excelência.
O protagonismo da sapiência dos outros ofusca a tua pequena dimensão.
Chegas a ser uma sombra que chega a cheirar mal.
Dás-me náuseas.
És ingrata e profundamente risível.
Desprezo os sons dos teus passos e a tua falta de coragem. Por isso, aquando deste ponto final vais desaparecer...agora.