quarta-feira, agosto 23, 2006

Consciência OUT

Ai quando as mãos tremem e a cabeça tende a mergulhar num grito estridente, a vontade de partir um vidro, e por que não uma cara também, é maior do que a consciência.

Por falar nisso, não gosto da minha. É chata, tem a mania que percebe de valores morais e que se deve dar uma segunda oportunidade a todas as pessoas. A minha consciência é, por assim dizer, demasiado consciente. Não me deixa agir consoante o impulso tão verdadeiro e legítimo de legendar todo e qualquer pensamentozito que se atravessa na minha non-stop e distorcida mente.

Se houvesse um workshop com o título: «Aprenda a mutilar mentalmente pessoas-insignificantes-para-si-mas-que-mesmo-assim-tendem-a-criar-qualquer-tipo-de-impacto-negativo-na-sua-vida-só-porque-elas-não-sabem-o-que-isso-é»...

eu estaria na primeira fila.